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Selena Gomez, nome que circula na industria de hollywood e nos tabloides a anos e cada vez mais independente e fashionista. A ultima da cantora, atriz modelo e empresaria foi assinar uma coleção-cápsula em parceria com a Coach e ainda foi a modelo da campanha de Inverno 2017 da marca! As fotos, assinadas pelo fotógrafo Steven Meisel, são no maior clima de road trip dos anos 70. 

 O diretor criativo da marca, Stuart Vevers, não poupou elogios à Sel: “Selena é uma rebelde e romântica, sonhadora e realizadora que inteligentemente constrói seu próprio caminho. Para mim, ela fala com toda uma geração; ela conecta.” 
 Mas a troca de elogios foi mútua: “Eu não poderia estar mais orgulhosa de ser o rosto da Coach”, disse Selena. “Também amei trabalhar com o Stuart. Admiro muito sua visão e suas criações.”
  Selena contou também que uma de suas primeiras aquisições fashionistas era da Coach: “Lá de onde eu venho no Texas, a Coach sempre foi uma marca must-have. Lembro-me de economizar dinheiro com a minha prima Priscilla para comprarmos carteiras que combinassem.” Quem nunca, né?

A diva ainda falou um pouco sobre seu estilo: “Meu estilo tem definitivamente evoluído com o passar dos anos, mas, ao mesmo tempo, permaneceu clássico. As roupas do dia a dia dependem muito do meu humor… Amo um bom jeans com botas e, às vezes, tenho vontade de adicionar algo mais fun ao look.” Inspiração! 

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As bolsas de Outono/Inverno 2017 são super estilosas, com modelos diversificados, muitos bordados, detalhes metalizados, listras, oncinha, franjas e designs geométricos.

Bolsas da Colcci em tons de azul, amarelo e vermelho com listras e bordados de flores.
Bolsa de oncinha em nude com laranja e preto.
Bolsa do Vitorino Campos preta de couro por fora e por dentro metalizada.
Bolsas da Chanel em tons neutros.
Bolsas de couro com estampas diferentes.
Bolsas retangulares em verde menta com listra preta.
Bolsas de couro em preto, marrom, verde e marsala.
Bolsas de couro preto com bordados de flores de missangas.
Bucket bag que foi a sensação em 2015, continuou nos desfiles de 2016 em preto, creme e branco.
Clutches geométricas em tons neutros.
Bolsas geométricas em dourado com vermelho e em forma de bola em preto.
3 estilos diferentes de cintos para o Inverno: Fivela geométrica, simples e faixa.
Vários modelos de cintos. Alguns mais simples, outros com detalhes metalizados.
Cintos de couro preto com argolas prateadas.
Cintos estilo faixa em preto com marrom.
Cintos marrom com preto com fivelas geométricas.
Neste look, o cinto vermelho carmim se destacou.
Saint Laurent (Foto: Getty Images)
A YSL apostou em maxi cintos pretos.
Maxi cinto dourado metalizado.
Óculos escuro em preto.
Óculos em azul com preto.
Óculos azul com pedras na armação.
Óculos transparente com pedras azul com verde.
Óculos dourado com pedras maxi.
Nos cintos, a escolha principal são os maxis com laços, faixa e fivelas geométricas. E nos óculos, os mais usados são modelos geométricos com pedras, alguns com lentes espelhadas e outros mais escuros. Beijos
EQUIPE TÉCNICA
Edição de textos - Editorial - Textos - Revisão de Textos  - Produção - Consultoria de Moda - Jornalista: Noeli de Carvalho e Silva
Fotos - Modelo - Blogueira - Youtuber: Iana de Carvalho Silva / Iana de Carvalho DRT 0010057/BA
Pesquisadora - Comentarista - Modelo: Vitória de Carvalho e Silva Paiva

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Linda, cheia de atitude e apaixonada pela Barbie, a baiana Paloma, 20 anos, é puro estilo. Seus looks sempre mesclam muito rosa, sua cor favorita, com tendências esportivas. E o cabelo black, rosa também, deixa tudo ainda mais lindo! Vem saber mais sobre a Pá!
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Fotos: Arquivo pessoal
 Como define seu estilo?
Não sei se tenho um estilo definido, mas sei que amo a Barbie e sempre fui apaixonada por desenhos animados, então trago para os meus looks todas essas referências que marcaram a minha infância.

O que não falta nos seus looks?
Batom! Azul, roxo, preto, laranja, rosa… Amo os bem cheguei, não saio de casa sem.

Onde gosta de comprar suas roupas?
Brechó é vida, Romwe também.

Fotos: Arquivo pessoal
Fotos: Arquivo pessoal
Quem é sua musa inspiradora?
A Lay é uma rapper que tem me inspirado bastante! Ela esbanja atitude, é afronte puro não só nas letras das músicas, mas também no seu modo de se vestir.

Conta pra ente a última coisa ousada que você fez…
Me superei em topar maquiar as modelos para um desfile da coleção da estilista Carol Barreto.

Para começo de conversa, gostaríamos que você analisasse a imagem abaixo. Ela mostra a evolução de uma It Girl que foi acompanhando as tendências ao longo dos anos, desde quando era moda ter jeitão de surfista californiana até a nossa época atual em que é trend se parecer com uma Kardashian.
Agora, sim, vamos à discussão sobre apropriação cultural, que é longa, complexa e com vários pontos de vista. Kylie Jenner e Vanessa Hudgens são algumas famosas que já se envolveram em polêmicas, por serem adeptas das tranças afro. Algumas pessoas usam o conceito de liberdade de expressão para dizer que as pessoas podem usar o que bem quiserem. Outras, em contrapartida, entendem que o fato de uma pessoa branca querer ser negra tem um peso grande devido a uma carga histórica, cultural e social.
Isadora Machado é uma Barbie negra, linda, carioca, engajada, ativista e da paz. Mas nem todos conseguem enxergar isso, porque ainda a veem através das lentes do racismo. “Ser negra é ser morta, chamada de vadia e silenciada o tempo todo. Não é uma opção. Essa moda black dá uma ideia falsa de maior aceitação dos negros. Foras das redes sociais o genocídio e o racismo continuam”, afirma a jovem.
Moda afro, apropriação cultural e silenciamento das minas negrasFoto: Arquivo Pessoal/Isadora Machado
Uma das grandes problemáticas da apropriação cultural é o silenciamento dos negros. Na sociedade preconceituosa em que vivemos, uma garota branca que usa a mesma coisa que uma garota negra sempre vai estar à frente, mesmo que ela acabe usando um turbante ou uma trança afro sem propagar todo um legado. “As pessoas querem usar as mesmas coisas que eu e minhas irmãs usamos, mas elas não querem saber da nossa história, elas não querem nos ouvir“, explica Isadora.
Consequentemente, esse silenciamento dá voz a quem não pertence ao lugar de fala. Ou seja, uma menina branca pode propagar a conscientização e lutar contra o racismo, sim, mas ela nunca vai sentir na pele o que a Isadora e suas irmãs sentem. As chances de você já ter escutado alguém falar que o cabelo rastafári daquele negro no metrô deve ser sujo ou que o black power daquela adolescente não deve ver água há anos, já que nem um pente entra ali, são grandes. Entretanto, muitas dessas pessoas, ao ver as duas últimas imagens da montagem da garota branca acima, dizem que ela é cool, moderna e bonita. Porque apesar de estar toda montada para se parecer com uma menina negra, ela não têm traços de alguém afrodescendente. A Isadora usa um exemplo simples e didático para ilustrar a questão: “Você não vê ninguém pegando uma coroa de ouro maciço e banalizando a joia, dizendo que é só um ourinho aí. Isso acontece porque o valor da cultura é o capital. O valor da minha cultura, porém, é a força. E isso não é valorizado. Isso é visto como uma besteirinha qualquer“.
Moda afro, apropriação cultural e silenciamento das minas negrasFoto: Arquivo Pessoal/Isadora Machado
Apesar de toda a problematização, a moda black traz visibilidade, como a própria Isadora Machado gosta de destacar. “Ela dá voz, e isso é maravilhoso para o povo afro, mas só até o momento em que você usa meu turbante e não quer ouvir minha história e minhas razões para não achar isso certo. As coisas boas não podem mascarar tudo de ruim que aconteceu, acontece e continua acontecendo”, alerta a jovem.
Então, você, branca, não pode seguir a moda afro, mas a negras podem continuar pintando o cabelo de loiro, alisando os fios e colocando lentes azuis? Bom, há dois erros em pensar dessa maneira. Primeiro, precisamos destacar que ser negro não é moda nem tendência. Ser negro é pertencer a um povo com um passado duro de escravidão. Segundo, a cor dos olhos e dos cabelo são características físicas, não culturais. Antes de usar ou não usar, é preciso entender a qual lugar social você pertence. “Há duas dificuldades em falar sobre racismo e apropriação cultural. Uma é fazer a pessoa se entender negra e a outra é fazer o racista perceber que está sendo preconceituoso e cometendo um crime, porque ele nunca quer enxergar o absurdo que está propagando”, alerta Isa. O importante é entender então que não se trata apenas de estética, mas de história e da aculturação de uma minoria.

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Resultado de imagem para óculos para criança
Como escolher bolsa para criançaApesar de muita gente chamar a bolsa da mãe de “bolsa de bebê”, a verdade é que quem carrega a bolsa é a mãe (ou o pai)  e por isso, sempre fui contra aquelas bolsas cheias de frescurites, penduricalhos e cara de bebê.
É claro que vai do gosto de cada uma, mas eu pensava assim: se eu teria que usar a mesma bolsa muitas vezes o ideal é que ela fosse confortável, prática e que combinasse com todas as roupas. Eu acho que muitas marcas (e mães) pensam como eu porque, desde a gravidez do Pedro até agora, percebi uma grande mudança nos modelos de bolsas.

Bolsa Criança Gatinho

Bolsa Criança Gatinho

Bolsa Criança Passarinho

Bolsa Criança Passarinho

Bolsa Criança Borboleta
Bolsa Criança Borboleta
Com tantos modelos, tamanhos e preços por aí, pode ser difícil escolher o modelo que melhor se adapte a sua rotina com o bebê, por isso, convidei algumas blogueiras amigas para mostrarem pra gente as bolsas que escolheram e por que.
Dá uma olhada nas prediletas das mombloggers:

Mariana Bonnás – Vida de Gestante
A escolhida da blogueira Mah é a Skip Hop, ela escolheu este modelo porque combina com tudo, tem muitos bolsos e a possibilidade de usar a alça no modo “carteiro” facilita para carregar.
Barbara Saleh – Uma mãe das arábias
A mãe do Kassem e da Sueli escolheu um modelo da Kipling, ela estava cansada de carregar super bolsas e se encantou por esta. Tem muitos bolsos e compartimentos, a alça pode ser usada de várias maneiras, inclusive deixando as mãos livres. A cor também combina com tudo e por isso, é a escolhida da blogueira com ou sem os filhos.
Iza Garcia – Roteiro Baby
A Iza também escolheu um modelo Kipling. Além dos bolsos e compartimentos excelentes, a Iza adora a modelagem prática e moderna, as cores que podem compor com qualquer look, o material super lavável e a possibilidade de ser carregada tanto pela mãe como pelo pai.
Marina Breithaupt – Blog Petit Ninos
A super estilosa Marina preferiu usar a sua própria bolsa Louis Vuitton para carregar as coisas dela e do Théo. Ela optou por este modelo porque é super espaçosa, e não tem como não estar elegante carregando uma LV, né? rsrs
Gabis Miranda – Bossa Mãe
A Gabis não abriu mão de continuar usando sua bolsa predileta. Ela adora este modelo Victor Hugoporque é espaçosa sem ser enooorme, combina com tudo e dá pra acomodar bem as coisas dos dois: mamãe e bebê.
Ana Luisa Masi – Look Bebê
A Aninha adora este modelo da Carters porque não tem cara de “bolsa de bebê”. Ela possui muitas divisórias e compartimentos excelentes, alça adaptável e dá pra ficar arrumadinha mesmo carregando toda a “mudança” de duas filhas pequenas!

Priscila Veríssimo – Mamãe de Fases
A Priscila é apaixonada por bolsas, vive trocando de acordo com a roupa que está usando. Quando vai sair com a Bruna, opta por este modelo da Juliana Manzini. Os bolsos e o espaço interno acomodam as coisas de mãe e filha sem precisar carregar duas bolsas nos passeios.

Renata Costa – 4Moms
A Rê adorou este modelo da Fisher Price. Ela é tipo mochila e tem bolsos e compartimentos para tudo: porta-chupetas, porta fraldas, porta lenços umedecidos, bolso térmico, trocador… A cor e o estilo permitem que mamãe e papai carreguem a mochila, deixa as mãos livres e é super confortável.
Sabrina Nery – Jeitinho de Mãe
A Sabrina, que acabou de ganhar mais um baby lindooo, também escolheu um modelo Fisher Price. Este aqui é o modelo de mão, com alças tipo carteiro também. Ela adora todos os bolsos e compartimentos internos, os prediletos são o bolso térmico e o porta chupetas. A bolsa vem com trocador e o excelente espaço interno permite carregar as coisas dos dois babies sem problemas.
Claro que eu também vou mostrar pra vocês os modelos que escolhi, digo modelos porque aqui eu divido em duas fases: fase 1 – com mamadeiras e fase 2 – sem mamadeiras!
Loreta Berezutchi – Bagagem de Mãe
Fase 1: Eu sempre fui apaixonada por estas bolsas da Natura Mamãe e Bebê, quando engravidei do Pedro ganhei uma destas e fiquei feliz da vida! Foi a minha escolhida na fase 1 porque, tem muitos bolsos para guardar lencinhos, fórmulas, papinhas, mamadeiras, fraldas e etc. Vem com trocador, são super laváveis e tem um excelente espaço interno, inclusive com compartimento para roupas sujas.
Quando você compra a bolsa grande a linha de produtos para cuidados com o bebê vem junto e também, um guia para aprender a fazer shantala! Adoooro e recomendo! A bolsinha térmica (que também aparece na foto, á esquerda) é vendida separadamente, mas é essencial para passeios curtos no parque (mamadeiras de leite, mamadeiras de água, papinhas e frutinhas), viagens e também para acompanhar a bolsa da fase 2.
Fase 2: Todas as minhas bolsas! Na fase 2 eu não preciso mais carregar copinhos, mamadeiras, fraldas e afins por isso, os modelos “normais” de bolsas super servem. Eu sou maluca por bolsas e na hora de escolher um modelo novo, opto pelos modelos maiores que eu sei que vão caber a necessaire das crianças, a minha, um lanchinho, que tenha compartimento para acomodar o celular e as chaves.
Escolher a bolsa do bebê precisa ser pensado de forma a facilitar a sua vida, vai por mim, no dia a dia você vai querer muita praticidade e aos poucos, vai conhecendo as suas necessidades e “destralhando” ou aumentando a tralha que precisa ser carregada!


EQUIPE TÉCNICA 
Edição de textos - Editorial - Textos - Revisão de Textos - Produção - Consultoria de Moda - Jornalista: Noeli de Carvalho e Silva
Fotos - Modelo - Blogueira - Youtuber: Iana de Carvalho Silva / Iana de Carvalho DRT 0010057/BAhttp://www.bagagemdemae.com.br/como-escolher-a-bolsa-do-bebe/

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